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Política

Flávio Bolsonaro é investigado em inquérito no STF aberto para apurar financiamento do filme 'Dark Horse'

Investigação foi aberta em julho, depois que o ministro André Mendonça deu aval ao pedido da PF. Inquérito apura suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas.

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O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é investigado pela Polícia Federal (PF) em inquérito aberto para apurar a possível prática de crimes relacionados ao financiamento da produção do filme "Dark Horse",

sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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O procedimento foi autorizado em julho pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da PF. A informação de que Flávio consta na lista de investigados veio à tona nesta sexta-feira (11), após o relator do caso levantar o sigilo a pedido do presidente da Corte, Edson Fachin.

Segundo a decisão, a PF investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros possíveis crimes que teriam sido praticados, em tese, por Flávio Bolsonaro no contexto do financiamento do filme junto a Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi consultada e não se opôs à abertura da investigação.

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O ministro determinou ainda que o caso fosse remetido à Polícia Federal para a realização das diligências que não dependessem de autorização judicial.

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O g1 tentou contato com Flávio Bolsonaro, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.

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Investigações

 

O financiamento do filme de Bolsonaro é investigado em dois inquéritos perante o STF.

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➡️ O primeiro, sob relatoria do ministro André Mendonça, apura os repasses feitos por Vorcaro — em que circunstâncias foram feitos, qual a origem do dinheiro, qual o montante exato e qual seu destino final. Investigadores suspeitam que parte dos recursos não tenha sido usada no filme.

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É no âmbito deste inquérito que Flávio consta na lista de investigados.

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➡️ O segundo inquérito, sob relatoria do ministro Flávio Dino, investiga se a produtora Go Up Entertainment usou emendas parlamentares para bancar a produção.

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A PF fez uma operação nessa quinta-feira (10) e cumpriu mandados de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de emendas parlamentares.

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Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-RJ) e Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável pelo filme.

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➡️ Havia ainda uma investigação em São Paulo, conduzida pela Polícia Civil, para apurar um contrato de mais de R$ 150 milhões entre a Go Up e a prefeitura para instalação de pontos de wi-fi em bairros da periferia. O contrato não foi cumprido integralmente e existem suspeitas de que parte dos valores foi desviada. Esse inquérito passou a tramitar com Dino no STF.

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Financiamento do filme

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🎥 O filme "Dark Horse" ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, em que o filho do ex-presidente solicita recursos para financiar a produção cinematográfica.

O banqueiro ajudou a financiar o filme, e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, que pediu dinheiro e pressionava pelos pagamentos.

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Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões aos produtores do filme, via fundo nos Estados Unidos.

Segundo o site "The Intercept Brasil", Flávio Bolsonaro teria negociado o repasse de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões na época, para financiar a produção.

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  • R$ 75,1 milhões - valor que a produtora diz ter gasto;

  • R$ 61 milhões - valor que Daniel Vorcaro teria destinado ao filme via fundo nos EUA;

  • R$ 134 milhões - valor que Flávio Bolsonaro teria negociado antes de Vorcaro ser preso;

  • R$ 108 milhões - valor do contrato entre ONG de Karina da Gama e a Prefeitura de SP para instalação de wi-fi na capital paulista.

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Operação 'Make Up'

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O ministro Flávio Dino autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Make Up, realizada conjuntamente pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU) nessa quinta-feira (11).

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A ação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

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➡️ Dino é o responsável por autorizar esse tipo de ação porque ele é o relator de processos no Supremo que investigam irregularidades no repasse desses recursos públicos, enviados por parlamentares para suas bases eleitorais.

O ministro também determinou a aplicação de medidas cautelares contra Mario Frias, proibindo o parlamentar de deixar o país e de manter qualquer contato com os demais investigados no inquérito que apura desvios de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares.

 

A crise no STF

 

A crise no STF envolvendo André Mendonça e Alexandre de Moraes começou a partir de decisões nas investigações sobre o Banco Master. Mendonça divulgou documentos da PF que apontaram uma suposta relação entre Moraes e Daniel Vorcaro.

🔎 Mendonça é relator de apurações relacionadas ao banco e de um inquérito sobre repasses para a produção do filme "Dark Horse".

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O episódio envolveu também o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e, posteriormente, o ministro Flávio Dino.

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Antes da crise, já havia divergências entre o gabinete de Mendonça e a direção da PF sobre o andamento das investigações do caso Master. O relatório sobre a relação entre Moraes e Vorcaro será discutido no plenário do STF.

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Em entrevista exibida no Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta sexta-feira, 11, a prefeita de Aracaju

Emília Corrêa (Republicanos), se posicionou sobre as recentes mudanças envolvendo o transporte público da Grande Aracaju, incluindo as situações das empresas Boa Vista, VRS e Modelo.

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Na ocasião, ela explicou que a gestão pretende buscar o melhor das três empresas para a população e afirmou que continuará cobrando melhorias na prestação do serviço.

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“Quando a Prefeitura fez as devidas notificações, a VRS e tem feito a modelo, porque a modelo a gente vai tocar, vai colocar o dedo ali, não vai ficar assim não […] Agora, veja, quando a VRS volta para o sistema por uma decisão judicial, pelo menos em fase de liminar, nós não obtivemos êxito, vamos aguardar o mérito. Agora, é lógico que se a VRS continuar trazendo ônibus que não condiz com a gestão e o pensamento da gestão, vamos continuar notificando, porque a gente quer o melhor para o povo, a Boa Vista vai continuar, a VRS voltou para o sistema, a modelo eu vou tocar”, promete a gestora.

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Emília também afirmou que a escolha das empresas não envolve interesses pessoais e que o objetivo da gestão é garantir melhores condições no transporte público da capital. “Eu não estou escolhendo empresa, eu não tenho outros interesses, a não ser dar o melhor para o povo de Aracaju.

Valmir de Francisquinho apresentou uma proposta para reduzir de R$ 4,50 para até R$ 3,00 a tarifa de ônibus na Grande Aracaju.

 

Segundo o plano, a redução representaria uma economia de 33% para os passageiros e dependeria de uma mudança no modelo de financiamento do transporte coletivo.

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A proposta prevê que o Governo do Estado passe a assumir parte dos custos do sistema. A medida seria adotada para manter a operação dos ônibus sem transferir para a Prefeitura de Aracaju a responsabilidade pelo financiamento adicional.

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O transporte coletivo da região movimenta cerca de 3,2 milhões de passageiros por mês, segundo os dados apresentados na proposta.

 

O custo real de operação, chamado de tarifa técnica, é estimado em R$ 7 por viagem.

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Atualmente, a Prefeitura de Aracaju subsidia R$ 2,50 por passageiro, em um aporte mensal informado de aproximadamente R$ 6,3 milhões. Com a tarifa reduzida para até R$ 3, o subsídio necessário passaria a ser de R$ 4 por passageiro, com investimento público estimado em R$ 11,1 milhões por mês.

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Pelo modelo defendido por Valmir, a diferença de aproximadamente R$ 4,8 milhões mensais em relação ao formato atual seria custeada integralmente pelo Governo do Estado.

 

A proposta afirma que, dessa forma, o sistema manteria o equilíbrio financeiro e os passageiros teriam redução no valor pago.

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“O plano mantém o equilíbrio financeiro do sistema enquanto assegura o alívio no bolso das famílias”, afirmou Valmir ao apresentar a proposta.

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Nas Eleições 2026, 918.876 brasileiras e brasileiros que vivem no exterior estão aptos a votar. O número corresponde a pouco mais de 0,5% do eleitorado brasileiro, estimado em aproximadamente 158,7 milhões de pessoas.

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Fora do país, a votação é exclusiva para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Neste ano, o eleitorado está distribuído por 186 cidades no exterior, onde serão instaladas as seções eleitorais.

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Em 2022, cerca de 697 mil brasileiros estavam habilitados a votar fora do país. Na última década, o número praticamente dobrou: em 2014, eram pouco mais de 354 mil.

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Perfil do eleitorado 

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Entre os 918.876 eleitores registrados no exterior, aproximadamente 528 mil são mulheres (57%) e 391 mil são homens (43%).

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Quanto ao estado civil, os solteiros representam 52%; os casados, 42%; os divorciados, 6%; e os viúvos, 1%. O cadastro registra ainda 6.614 pessoas com deficiência, o equivalente a 0,72% do eleitorado no exterior.

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Em relação à escolaridade, 38% têm ensino superior completo. Na sequência, aparecem os eleitores com ensino médio completo (29%) e superior incompleto (13%). Também estão registradas pessoas com ensino médio incompleto (10%), ensino fundamental completo (5%) e ensino fundamental incompleto (3%) e aquelas que sabem ler e escrever (1%).

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Por faixa etária, o maior grupo é formado por eleitores de 40 a 44 anos. Depois aparecem as faixas de 45 a 49 anos e de 35 a 39 anos.

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Consulte os dados 

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Lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em julho de 2026, o Painel de Dados do Eleitorado no Exterior permite consultar informações por continente, país e cidade. A ferramenta também reúne dados históricos de comparecimento, abstenção e evolução do eleitorado.

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Onde votar  

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O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) divulgou os locais onde funcionarão as mesas receptoras de votos no exterior.

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As seções funcionam, em sua maioria, em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços.

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Como justificar a ausência  

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Quem estiver no exterior no dia da eleição e precisar justificar a ausência poderá fazê-lo em uma das mesas receptoras de votos instaladas fora do Brasil ou pelo aplicativo e-Título.

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Não haverá mesas específicas para justificativa no exterior. O procedimento poderá ser feito apenas nas mesas que funcionarem com urna eletrônica.

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Apuração   

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A apuração dos votos das seções eleitorais instaladas no exterior será realizada pela própria mesa receptora de votos. Para isso, as mesárias e os mesários serão designados como escrutinadoras e escrutinadores, conforme estabelece o Código Eleitoral.

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Zona Eleitoral do Exterior 

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A Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), que funciona em Brasília (DF), atende brasileiras e brasileiros que têm domicílio eleitoral fora do país. Também presta atendimento a quem pretende fazer o alistamento eleitoral, tirar o primeiro título ou transferir o domicílio eleitoral para outro país.

Eleitorado fora do país vota apenas para presidente e vice-presidente. Veja perfil e locais de votação.

Radar Político

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LAÉRCIO COBRA MELHORIA DO SINAL DE CELULAR EM SERGIPE

Senador apresentou três requerimentos ao Ministério das Comunicações para obter informações e pedir providências sobre a cobertura de telefonia móvel em comunidades de Poço Verde, Barra dos Coqueiros e Tobias Barreto.

O senador Laércio Oliveira (PP-SE) apresentou três requerimentos no Senado para solicitar informações e providências sobre a cobertura de telefonia móvel em localidades de Sergipe. Os pedidos tratam de comunidades de Poço Verde, do município de Barra dos Coqueiros e do povoado de Monte Coelho, em Tobias Barreto.

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O requerimento RQS 678/2026, apresentado na quinta-feira (10), questiona as condições do serviço de telefonia móvel em Barra dos Coqueiros e as medidas previstas para ampliar e melhorar o sinal. Segundo o senador, o município tem mais de 40 mil moradores, além de escolas, estabelecimentos comerciais e empresas que dependem da comunicação por celular.

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Também na quinta-feira (10), Laércio apresentou o RQS 679/2026, direcionado ao povoado de Monte Coelho, em Tobias Barreto. A solicitação busca informações sobre a cobertura e providências para melhorar o serviço na comunidade, descrita pelo parlamentar como centenária e formada por centenas de famílias, com escola, posto de saúde, comércio e outras atividades.

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Laércio afirmou que seu mandato já destinou quase R$ 4,5 milhões a Tobias Barreto. Sobre a telefonia móvel, o senador atribuiu ao Governo Federal e às empresas do setor a responsabilidade de garantir a expansão do sinal para a localidade.

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Em Poço Verde, o RQS 122/2026 contempla Lagoa do Junco e as localidades próximas de Ladeira do Tanguinho, Cedro e Marco do Meio. De acordo com o parlamentar, moradores dessas áreas enfrentam dificuldades de acesso ao Serviço Móvel Pessoal (SMP). Ele citou ainda uma escola municipal em Lagoa do Junco que atende mais de uma centena de alunos.

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